domingo, 17 de agosto de 2014

Como é a serpente peçonhenta - Exercícios

1. Segundo o texto, qual a diferença entre cobras peçonhentas e não peçonhentas?
(A) As peçonhentas possuem um aparato para injetar veneno e as não peçonhentas não têm.
(B) As peçonhentas são ferozes e as não peçonhentas são mansas.
(C) As peçonhentas e as não peçonhentas têm fosseta loreal.
(D) As peçonhentas não têm veneno e as não peçonhentas têm veneno.

2. A falsa coral é confundida com as serpentes peçonhentas porque também
(A) tem fosseta loreal.    
(B) tem veneno.
(C) tem coloração vermelha.  
(D) é feroz.


3. O que significa a palavra orifício que aparece no texto?
(A) Saliência.           
(B) Verruga.           
(C) Calo.             
(D) Buraquinho

4. As serpentes são encontradas, em maior número,
(A) em todas as regiões do planeta.                     
(B) em regiões de clima quente.
(C) apenas em regiões de clima temperado.        
(D) apenas em regiões de clima frio.

5. Qual o propósito deste texto?
(A) Contar uma história.                                        
(B) Vender um produto.
(C) Informar sobre as serpentes.                            
(D) Ensinar a fazer alguma coisa.

domingo, 3 de agosto de 2014

AULA PROGRAMADA - 7° ANO

AULA PROGRAMADA REFERENTE AO DIA 05/08

TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO
Certos verbos ou nomes presentes numa oração não possuem sentido completo em si mesmos. Sua significação só se completa com a presença de outros termos, chamados integrantes. São eles:
complementos verbais (objeto direto e objeto indireto);
complemento nominal;
agente da passiva.

Complemento verbal diz respeito ao termo que completa o sentido do verbo transitivo, e pode ser: objeto direto e objeto indireto.
Objeto Direto e Objeto Indireto
Objeto Direto e Objeto Indireto são complementos verbais.

objeto direto complementa um verbo transitivo direto, sem a preposição. Para determinar o objeto direto basta perguntar QUEM? ou O QUÊ? Depois do verbo.

Exemplos:
Os alunos fizeram a redação atenciosamente.
O que os alunos fizeram? A redação é o objeto direto.
Mariana comeu o lanche com muita vontade.
O que Mariana comeu? O lanche é o objeto direto.

objeto indireto complementa um verbo transitivo indireto. Através de uma preposição. Para reconhecer o objeto indireto, basta perguntar QUEM ou QUE depois do verbo + preposição.

Exemplos: 
Mariana gosta de sorvete.
Do que Mariana gosta? De sorvetes, este é o objeto indireto.

Eu gosto de ler livros de romance.
O que eu gosto de ler? Livros de romance é o objeto indireto.

AULA PROGRAMADA - 9° ANO

AULA PROGRAMADA REFERENTE AO DIA 05/08 

O que é um Texto informativo
Texto informativo é uma produção textual com informação sobre um determinado assunto, que tem como objetivo esclarecer uma pessoa ou conjunto de pessoas sobre essa matéria.
Normalmente em prosa, o texto informativo elucida e esclarece o leitor sobre o tema em questão. Podem existir textos informativos sobre animais, com características e informações sobre os animais ou sobre doenças como a dengue. Um texto informativo sobre a dengue, por exemplo, provavelmente disponibilizará informação sobre os sintomas, tratamento e formas de prevenção. Neste último caso, estamos perante um texto informativo científico, com informações autenticadas de acordo com a ciência.
Os textos informativos podem ser jornalísticos ou técnicos, sendo que os textos informativos técnicos são manuais de instrução ou bulas de remédios, por exemplo.
A nível estrutural, muitos textos informativos são compostos por uma breve introdução, desenvolvimento e conclusão. A linguagem utilizada em um texto informativo de ser clara, direta e objetiva, e devem ser mencionados conceitos concretos e reais, juntamente com a referência de fontes e exemplos. Normalmente, os textos informativos não têm figuras de linguagem que podem remeter a difícil interpretação, como metáforas e paradoxos.
O jornalismo é responsável pela criação de vários textos informativos, em notícias, revistas, jornais, entrevistas, etc. Também são considerados informativos os textos que fazem parte de artigos científicos.
Concluindo, este texto é um texto informativo sobre o que é um texto informativo.



AULA PROGRAMADA REFERENTE AO DIA 29/07
1. Observe os elementos que 1ª e no 2° quadrinhos estabelecem a situação comunicativa. Tomando como base apenas esses dois quadrinhos e considerando quem são os interlocutores, o diálogo e a expressão facial e corporal das personagens, responda:
a. Qual é aparentemente, a intenção do gato ao dizer ao rato "Não adianta fugir! Você está encurralado!”?


b. Pela resposta e pelo comportamento do rato, o que ele parece estar sentindo?

2. Somente quando lemos o 3° quadrinho passamos a ter conhecimento de uma informação nova sobre a situação comunicativa, a qual atribui sentidos diferentes ao diálogo entre gato e rato.
a. Qual é essa informação?

b. Essa informação contraria a expectativa do leitor em relação às intenções do gato? Justifique sua resposta.

c. Considerando que o texto é uma história em quadrinhos, levante hipóteses: Por que Gonsales só revela essa informação no último quadrinho? Explique.



segunda-feira, 9 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

AS CATEGORIAS DA NARRATIVA

1.       Ação- conjunto de acontecimentos que constituem uma narrativa.

Relevo
Central- constituída pelos acontecimentos principais.
Secundária- constituída pelos acontecimentos menos relevantes.
Estrutura
(sequências narrativas)
Encadeamento- as sequências encontram-se ordenadas cronologicamente.
Encaixe- uma sequência é encaixada dentro de outra.
Alternância- várias sequências vão sendo narradas alternadamente.

Momentos
Situação inicial- corresponde à introdução, onde se apresentam as personagens e o enredo.
Desenvolvimento- corresponde ao desenrolar do enredo (englobando as peripécias e o ponto culminante), que conduz ao desenlace.
Desenlace- corresponde à conclusão.
Delimitação
Aberta- o final da história fica em suspenso, ou seja, desconhece-se o destino das personagens.
Fechada- o desenlace é definitivo, conhecendo-se o destino das personagens.

2.       Personagens- agentes da narrativa em torno dos quais gira a ação.

Relevo
Principal- assume um papel preponderante na história e é à sua volta que gira toda a ação.
Secundária- desempenha um papel de menor relevo, auxiliando a personagem principal.
Figurante- não intervém diretamente na ação, servindo apenas como figura decorativa.
Processo de caracterização
Direta- feita pelo narrador, pela própria personagem ou por outra personagem.
Indireta- deduzida pelo leitor a partir do comportamento, atitudes ou falas da personagem.

3.       Narrador- entidade fictícia a quem cabe o papel de narrar a história.

Presença
Participante
Autodiegético- é apersonagem principal; usa um discurso em 1ª pessoa. Homodiegético- é uma personagem secundária, utiliza um discurso de 1º e 3º pessoas.
Não Participante
Heterodiegético- não participa na ação; usa um discurso de 3ª pessoa.

Ciência/
Focalização
Interna- adota o ponto de vista de uma personagem.
Externa- conhece apenas os aspetos superficiais ou exteriores da ação, do espaço ou das personagens.
Omnisciente- revela um total conhecimento da história e das personagens, conhecendo até os seus pensamentos.
Posição
Objetivo- relata os acontecimentos de forma imparcial, utilizando muitas vezes a focalização externa.
Subjetivo- relata os acontecimentos de forma parcial, utilizando um discurso valorativo, associado frequentemente à focalização omnisciente e interna.

4.       Espaço- lugar, ambiente ou atmosfera interior onde decorre a ação.


Espaço
Físico- refere-se ao lugar onde se desenrola a ação.
Social- refere-se ao meio ou ambiente onde a ação decorre.
Psicológico- refere-se ao interior das personagens.

5.       Tempo- momento em que a ação se desenrola.


Tempo
Cronológico- corresponde à sucessão cronológica dos acontecimentos.
Histórico- corresponde à época ou ao momento em que decorre a ação.
Psicológico- corresponde ao tempo vivido pela personagem, de acordo com o seu estado de espírito.


OS MODOS DE EXPRESSÃO

Narração
Relato de acontecimentos necessários ao evoluir da ação, conferindo-lhe dinamismo; os tempos verbais mais utilizados são o pretérito perfeito e o pretérito mais-que-perfeito.
Descrição
Processo narrativo ao qual corresponde um momento de pausa, dado que se fornecem dados relativos ao tempo, ao espaço, às personagens ou aos objetos; o tempo verbal predominante é o pretérito imperfeito do indicativo; é frequente a presença de adjetivos, advérbios, recursos expressivos, etc.
Diálogo
Discurso travado entre as personagens da narrativa, tornando-a mais viva e autêntica.
Monólogo
Fala da própria personagem consigo própria.

Ficha informativa retirada do manual Língua Portuguesa 7º ano, da Santillana Constância, pp. 122-123