Prova de Fogo (Pedro Bandeira)
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
Como é a serpente peçonhenta - Exercícios
1.
Segundo o texto, qual a diferença entre cobras peçonhentas e não peçonhentas?
(A) As peçonhentas possuem um aparato para injetar veneno e as não peçonhentas não têm.
(B) As peçonhentas são ferozes e as não peçonhentas são mansas.
(C) As peçonhentas e as não peçonhentas têm fosseta loreal.
(D) As peçonhentas não têm veneno e as não peçonhentas têm veneno.
2. A falsa coral é confundida com as serpentes peçonhentas porque também
(A) tem fosseta loreal.
(A) As peçonhentas possuem um aparato para injetar veneno e as não peçonhentas não têm.
(B) As peçonhentas são ferozes e as não peçonhentas são mansas.
(C) As peçonhentas e as não peçonhentas têm fosseta loreal.
(D) As peçonhentas não têm veneno e as não peçonhentas têm veneno.
2. A falsa coral é confundida com as serpentes peçonhentas porque também
(A) tem fosseta loreal.
(B)
tem veneno.
(C) tem coloração vermelha.
(C) tem coloração vermelha.
(D) é
feroz.
3. O que significa a palavra orifício que aparece no texto?
(A) Saliência.
(B)
Verruga.
(C)
Calo.
(D) Buraquinho
4. As serpentes são encontradas, em maior número,
(A) em todas as regiões do planeta.
4. As serpentes são encontradas, em maior número,
(A) em todas as regiões do planeta.
(B) em regiões de
clima quente.
(C) apenas em regiões de clima temperado.
(C) apenas em regiões de clima temperado.
(D)
apenas em regiões de clima frio.
5. Qual o propósito deste texto?
(A) Contar uma história.
5. Qual o propósito deste texto?
(A) Contar uma história.
(B) Vender
um produto.
(C) Informar sobre as serpentes.
(C) Informar sobre as serpentes.
(D) Ensinar a fazer alguma coisa.
domingo, 3 de agosto de 2014
AULA PROGRAMADA - 7° ANO
AULA
PROGRAMADA REFERENTE AO DIA 05/08
TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO
Certos
verbos ou nomes presentes numa oração não possuem sentido completo em si
mesmos. Sua significação só se completa com a presença de outros termos,
chamados integrantes. São eles:
complementos verbais (objeto direto e objeto
indireto);
complemento nominal;
agente da passiva.
Complemento
verbal diz respeito ao termo que completa o sentido do
verbo transitivo, e pode ser: objeto direto e objeto indireto.
Objeto
Direto e Objeto Indireto
Objeto
Direto e Objeto Indireto são complementos verbais.
O objeto
direto complementa um verbo transitivo direto, sem a preposição. Para
determinar o objeto direto basta perguntar QUEM? ou O QUÊ? Depois do verbo.
Exemplos:
Os
alunos fizeram a redação atenciosamente.
O que os alunos fizeram? A redação é o objeto direto.
O que os alunos fizeram? A redação é o objeto direto.
Mariana
comeu o lanche com muita vontade.
O que Mariana comeu? O lanche é o objeto direto.
O que Mariana comeu? O lanche é o objeto direto.
O objeto
indireto complementa um verbo transitivo indireto. Através de uma
preposição. Para reconhecer o objeto indireto, basta perguntar QUEM ou QUE
depois do verbo + preposição.
Exemplos:
Mariana gosta de sorvete.
Do que Mariana gosta? De sorvetes, este é o objeto indireto.
Mariana gosta de sorvete.
Do que Mariana gosta? De sorvetes, este é o objeto indireto.
Eu
gosto de ler livros de romance.
O que eu gosto de ler? Livros de romance é o objeto indireto.
O que eu gosto de ler? Livros de romance é o objeto indireto.
AULA PROGRAMADA - 9° ANO
AULA PROGRAMADA REFERENTE AO DIA 05/08
O que é um Texto informativo
Texto informativo é uma produção textual com informação sobre um determinado assunto, que tem como objetivo esclarecer uma pessoa ou conjunto de pessoas sobre essa matéria.
Normalmente em prosa, o texto informativo elucida e esclarece o leitor sobre o tema em questão. Podem existir textos informativos sobre animais, com características e informações sobre os animais ou sobre doenças como a dengue. Um texto informativo sobre a dengue, por exemplo, provavelmente disponibilizará informação sobre os sintomas, tratamento e formas de prevenção. Neste último caso, estamos perante um texto informativo científico, com informações autenticadas de acordo com a ciência.
Os textos informativos podem ser jornalísticos ou técnicos, sendo que os textos informativos técnicos são manuais de instrução ou bulas de remédios, por exemplo.
A nível estrutural, muitos textos informativos são compostos por uma breve introdução, desenvolvimento e conclusão. A linguagem utilizada em um texto informativo de ser clara, direta e objetiva, e devem ser mencionados conceitos concretos e reais, juntamente com a referência de fontes e exemplos. Normalmente, os textos informativos não têm figuras de linguagem que podem remeter a difícil interpretação, como metáforas e paradoxos.
O jornalismo é responsável pela criação de vários textos informativos, em notícias, revistas, jornais, entrevistas, etc. Também são considerados informativos os textos que fazem parte de artigos científicos.
Concluindo, este texto é um texto informativo sobre o que é um texto informativo.
AULA PROGRAMADA
REFERENTE AO DIA 29/07
1. Observe os elementos que 1ª e no 2° quadrinhos estabelecem
a situação comunicativa. Tomando como base apenas esses dois quadrinhos e
considerando quem são os interlocutores, o diálogo e a expressão facial e
corporal das personagens, responda:
a. Qual é aparentemente, a intenção do gato ao dizer ao rato "Não adianta fugir! Você está encurralado!”?
b. Pela resposta e pelo comportamento do rato, o que ele parece estar sentindo?
2. Somente quando lemos o 3° quadrinho passamos a ter conhecimento de uma informação nova sobre a situação comunicativa, a qual atribui sentidos diferentes ao diálogo entre gato e rato.
a. Qual é essa informação?
a. Qual é aparentemente, a intenção do gato ao dizer ao rato "Não adianta fugir! Você está encurralado!”?
b. Pela resposta e pelo comportamento do rato, o que ele parece estar sentindo?
2. Somente quando lemos o 3° quadrinho passamos a ter conhecimento de uma informação nova sobre a situação comunicativa, a qual atribui sentidos diferentes ao diálogo entre gato e rato.
a. Qual é essa informação?
b.
Essa informação contraria a expectativa do leitor em relação às intenções do
gato? Justifique sua resposta.
c. Considerando que o
texto é uma história em quadrinhos, levante hipóteses: Por que Gonsales só
revela essa informação no último quadrinho? Explique.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
ARTES
Copa do mundo de futebol 2014 - Saiba quem entra no campo de futebol antes e durante a copa do mundo.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
AS CATEGORIAS DA NARRATIVA
1.
Ação- conjunto de acontecimentos que
constituem uma narrativa.
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Relevo
|
Central- constituída pelos
acontecimentos principais.
Secundária- constituída pelos
acontecimentos menos relevantes.
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Estrutura
(sequências narrativas)
|
Encadeamento- as sequências
encontram-se ordenadas cronologicamente.
Encaixe- uma sequência é
encaixada dentro de outra.
Alternância- várias sequências
vão sendo narradas alternadamente.
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|
Momentos
|
Situação inicial- corresponde
à introdução, onde se apresentam as personagens e o enredo.
Desenvolvimento- corresponde
ao desenrolar do enredo (englobando as peripécias e o ponto culminante), que
conduz ao desenlace.
Desenlace- corresponde à
conclusão.
|
|
Delimitação
|
Aberta- o final da história
fica em suspenso, ou seja, desconhece-se o destino das personagens.
Fechada- o desenlace é
definitivo, conhecendo-se o destino das personagens.
|
2.
Personagens- agentes da narrativa em torno dos
quais gira a ação.
|
Relevo
|
Principal- assume um papel preponderante na história e é à sua volta que gira
toda a ação.
Secundária- desempenha um papel de menor relevo, auxiliando a personagem
principal.
Figurante- não intervém diretamente na ação, servindo apenas como figura
decorativa.
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|
Processo de caracterização
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Direta- feita pelo narrador, pela própria personagem ou por outra
personagem.
Indireta- deduzida pelo leitor a partir do comportamento, atitudes ou falas da
personagem.
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3.
Narrador- entidade fictícia a quem cabe o
papel de narrar a história.
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Presença
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Participante
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Autodiegético- é apersonagem
principal; usa um discurso em 1ª pessoa.
Homodiegético- é uma personagem secundária, utiliza um discurso de 1º e
3º pessoas.
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Não Participante
|
Heterodiegético-
não participa na ação; usa um discurso de 3ª pessoa.
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Ciência/
Focalização
|
Interna- adota o ponto de
vista de uma personagem.
Externa- conhece apenas os
aspetos superficiais ou exteriores da ação, do espaço ou das personagens.
Omnisciente- revela um total
conhecimento da história e das personagens, conhecendo até os seus
pensamentos.
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Posição
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Objetivo- relata os
acontecimentos de forma imparcial, utilizando muitas vezes a focalização
externa.
Subjetivo- relata os
acontecimentos de forma parcial, utilizando um discurso valorativo, associado
frequentemente à focalização omnisciente e interna.
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4.
Espaço- lugar, ambiente ou atmosfera interior
onde decorre a ação.
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Espaço
|
Físico- refere-se ao lugar
onde se desenrola a ação.
Social- refere-se ao meio ou
ambiente onde a ação decorre.
Psicológico- refere-se ao
interior das personagens.
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5.
Tempo- momento em que a ação se desenrola.
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Tempo
|
Cronológico- corresponde à
sucessão cronológica dos acontecimentos.
Histórico- corresponde à época
ou ao momento em que decorre a ação.
Psicológico- corresponde ao
tempo vivido pela personagem, de acordo com o seu estado de espírito.
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OS MODOS DE
EXPRESSÃO
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Narração
|
Relato de
acontecimentos necessários ao evoluir da ação, conferindo-lhe dinamismo; os
tempos verbais mais utilizados são o pretérito perfeito e o pretérito
mais-que-perfeito.
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Descrição
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Processo
narrativo ao qual corresponde um momento de pausa, dado que se fornecem dados
relativos ao tempo, ao espaço, às personagens ou aos objetos; o tempo verbal
predominante é o pretérito imperfeito do indicativo; é frequente a presença
de adjetivos, advérbios, recursos expressivos, etc.
|
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Diálogo
|
Discurso
travado entre as personagens da narrativa, tornando-a mais viva e autêntica.
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Monólogo
|
Fala da
própria personagem consigo própria.
|
Ficha informativa retirada do manual Língua Portuguesa 7º ano, da Santillana Constância, pp. 122-123
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