Acessem o link a seguir para ter os slides na íntegra: http://pt.slideshare.net/jeronimojaf/30-dicas-para-escrever-bem-15269778
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Proposta de Produção Textual - 2° e 3° Ano EM
Observações:
* Deve ter uma estrutura dissertativa/ argumentativa;
* A redação deve ter no mínimo 20 e no máximo 30 linhas escritas;
* Não deixe de dar um título a sua redação;
* Não deixe de dar um título a sua redação;
Proposta
Votar em palhaço
é uma forma válida de protestar?
O
desgosto do brasileiro com os políticos tem gerado protestos inusitados, como a
eleição de animais, em décadas passadas, e a candidatura de pessoas sem nenhuma
ligação com a política, que chegam a declarar publicamente não entenderem nada
sobre o cargo que disputam. O slogan mais comentado deste ano foi "Vote
Tiririca, pior que tá não fica". O que você pensa disso? Esse tipo de voto
de protesto ajuda o Brasil a melhorar? Passado o fervor da campanha eleitoral e
concretizado o deboche por meio da eleição desses personagens, como fica o país
e qual a contribuição desses novos políticos durante anos? Qual o prazo de
validade da piada que se faz ao se votar em palhaços? Com base nos textos de
apoio e em outras informações de que você disponha, elabore uma dissertação
defendendo um ponto de vista sobre a pergunta: Votar em palhaço é uma forma
válida de protestar?
ELABORE UMA
DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR: Humor, política e cultura
O
ministro da Cultura, Juca Ferreira, criticou, nesta terça-feira, o candidato a
deputado federal Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR-SP).
Ele aparece na TV com o slogan "Vote Tiririca, pior que tá não fica".
"Respeito
muito o Tiririca por ser um artista de circo e conseguir se firmar nos meios de
comunicação de massa", disse. "Mas acho que ele não está prestando um
bom serviço à democracia. Acho que é um deboche com a democracia",
completou, após ser questionado por jornalistas sobre o slogan.
(...)
Juca
Ferreira defendeu o fim da censura a programas humorísticos. Na semana passada,
o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto suspendeu
parte da legislação eleitoral que proibia "trucagem, montagem ou outro
recurso de áudio ou vídeo" que ridicularizasse candidatos, partidos ou
coligações. Pela lei, piadas e paródias ficariam vedadas a partir de 1º de
julho do ano eleitoral.
"Cercear
o humor é cercear parte da cultura brasileira. A censura não é a saída",
disse o ministro, ao receber o manifesto de artistas do movimento Humor sem
Censura.
[Folha.com]
Trechos
de entrevista de Tiririca à "Folha de S. Paulo"
Folha:
Por que você decidiu se candidatar?
Tiririca:
Eu recebi o convite há um ano. Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a
entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de
cabeça.
Folha:
Quais são as suas principais propostas?
Tiririca:
Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô
trabalhando pelos nordestinos, pelas crianças e pelos desfavorecidos.
Folha:
Mas tem algum projeto concreto que você queira levar para a Câmara?
Tiririca:
De cabeça, assim, não dá pra falar. Mas como tem uma equipe trabalhando por
trás, a gente tem os projetos que tão elaborados, tá tudo beleza. Eu quero
ajudar muito o lance dos nordestinos.
Folha:
O que você poderia fazer pelos nordestinos?
Tiririca:
Acabar com a discriminação, que é muito grande. Eu sei que o lance da
constituição civil, lei trabalhista... A gente tem uma porrada de coisa que...
de cabeça assim é complicado pra te falar. Mas tá tudo no papel, e tá beleza.
Tenho certeza de que vai dar certo.
Folha:
Você tem ideia de quanto custa a campanha?
Tiririca:
Cara, não tá sendo barata. Não tenho ideia, não.
Folha:
O que você conhece sobre a atividade de deputado?
Tiririca:
Pra te falar a verdade, não conheço nada. Mas tando lá vou passar a conhecer.
Folha:
Até agora você não sabe nada sobre a Câmara?
Tiririca:
Não, nada.
Folha:
Você pretende se vestir de Tiririca na Câmara?
Tiririca:Não,
de maneira alguma.
Folha:
Em quem votou para deputado na última eleição?
Tiririca:
Pra te falar a verdade, eu nunca votei. Sempre justifiquei meu voto.
[Folha.com]
Candidatos
folclóricos e humoristas
Desde
a Antiguidade, o humor faz parte da democracia como instrumento de crítica aos
governantes. No Brasil, a atual legislação proíbe a veiculação de piadas na TV
feitas com políticos, ao passo que os partidos acolhem os tipos mais
excêntricos e "celebridades" como candidatos.
De
acordo com a Lei Eleitoral nº 9.504, é vetado aos programas de emissoras de
rádio e TV "usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo
que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido político
ou coligação". A lei entrou em vigor nas eleições deste ano.
No
dia 26 de agosto, o ministro Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF),
suspendeu a regra por meio de uma liminar pedida pela Associação Brasileira de
Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Por
outro lado, a tradição de expressar o descontentamento com a baixa qualidade
dos candidatos por meio do voto em figuras caricatas, ou mesmo em animais, é
preservada.
Em
1958, o "candidato" mais voltado nas eleições para vereador foi
Cacareco, um rinoceronte do Zoológico de São Paulo. Em 1988, o Macaco Tião, um
chipanzé do Zoológico do Rio de Janeiro, ficou em terceiro lugar na disputa.
A
partir das eleições de 1996, as cédulas foram substituídas por urnas
eletrônicas. Com isso, ficou impossível votar em candidatos que não sejam
reconhecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Começaram,
então, a proliferar personagens como Tiririca, Mulher Pêra, Maguila, Marcelinho
Carioca, Ronald Esper e Tati Quebra-Barraco, entre outros, que disputam vagas
de parlamentares nas eleições deste ano. Os partidos, que deveriam servir de
filtro, esperam puxar votos para a legenda com os candidatos exóticos.
[UOL Educação -
Atualidades]
domingo, 20 de outubro de 2013
Aula de Interpretação Textual
Acessem o link a seguir e respondam as questões.
https://docs.google.com/forms/d/1uS-tp5d89YSPLolLtNcuyavid2Jmw_Uo1XvRGdFHWk4/viewform
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
FAUVISMO
Fauvismo é uma tendência estética da pintura, surgida no final do século XIX e desenvolvida no início do século XX, que tinha por características principais o uso exacerbado de cores fortes e o teor dramático nas obras.
• Criar, em arte, não tem relação com o intelecto e nem com sentimentos. • Criar é seguir os impulsos do instinto, as sensações primárias. • A cor pura deve ser exaltada. • As linhas e as cores devem nascer impulsivamente e traduzir as sensações elementares, no mesmo estado de graça das crianças e dos selvagens.
Características da pintura:
• Pincelada violente, espontânea e definitiva;• Ausência de ar livre;• Colorido brutal, pretendendo a sensação física da cor que é subjetiva, não correspondendo à realidade;• Uso exclusivo das cores puras, como saem das bisnagas;• Pintura por manchas largas, formando grandes planos;
http://www.pitoresco.com.br/art_data/fauvismo/index.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fovismo
O movimento foi tipicamente francês, iniciou-se por parte dos artistas da época que se opunham a seguir a regra da estética impressionista, em vigor na época. A tendência foi considerada movimento artístico apenas em 1905.
O Fauvismo, ou Fovismo, tinha temática leve, baseada na alegria de viver e nas emoções, e não tinha fundamentação ou intenção crítica nem política. A gradiente de cores é consideravelmente reduzida nestas obras, mas o papel das cores é extremamente importante nelas, pois eram responsáveis pela noção de limites, volume, relevo e perspectiva. Além disso, as cores não tinham relação direta com a realidade, não correspondiam à cor real do objeto representado.
O início do movimento, no final do século XIX, teve como representantes precursores Paul Gauguin e Vincent Van Gogh. Os estilos destes dois renomados artistas exerceram forte influência sobre os adeptos do Movimento Fauvista. O Fauvismo influenciou muito a ruptura da arte moderna com a antiga estética vigente, além disso, modificou a idéia de utilização das cores nas artes plásticas.
O termo surgiu de uma expressão pejorativa, utilizada pelo crítico de arte Louis Vauxcelles ao ver uma obra de Henry Matisse, em 1905, no Salão de Outono, em Paris. A expressão utilizada pelo crítico, “Les Fauves”, significa “os selvagens”. Apesar dos artistas seguidores e dos adeptos do movimento renegarem a nomenclatura, esta acabou ficando na história da arte.
Para o movimento Fauvista, as criações artísticas não possuem relação com intelecto ou sentimentos, ou seja, a criação artística deve ser livre e espontânea, baseada no instinto, nos impulsos primários. Também as cores, era levada amplamente em consideração a larga preferência por cores puras, elas são exaltadas no Fauvismo, e linhas e cores não possuem uma ordem predeterminada, são empregadas nas obras da mesma forma primária e instintiva que fazem crianças e selvagens, como diziam os próprios artistas.
Algumas das características físicas da pintura fauvista são o colorido brutal, as pinceladas violentas e definitivas, irrealidade na correspondência das cores da realidade com a representação e a pintura por manchas largas, na formação de grandes planos.
Os principais nomes do Fauvismo foram Vincent Van Gogh, Paul Gauguin, Georges Braque, Andre Derain, Jean Puy, Paul Cézanne, Henri Matisse, Kees van Dongen, Raoul Dufy e Georges Roualt.
Os princípios deste movimento artístico eram:• Criar, em arte, não tem relação com o intelecto e nem com sentimentos. • Criar é seguir os impulsos do instinto, as sensações primárias. • A cor pura deve ser exaltada. • As linhas e as cores devem nascer impulsivamente e traduzir as sensações elementares, no mesmo estado de graça das crianças e dos selvagens.
Características da pintura:
• Pincelada violente, espontânea e definitiva;• Ausência de ar livre;• Colorido brutal, pretendendo a sensação física da cor que é subjetiva, não correspondendo à realidade;• Uso exclusivo das cores puras, como saem das bisnagas;• Pintura por manchas largas, formando grandes planos;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fovismo
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Violência Gera Violência
Feche os olhos pra não ver
O que se passa na tvMeninas e MeninosNas esquinasSe entregandoA cocaína.Deus, até quando vou viver desiludidoCercado de Corrupção e de bandidosO povo tem sede, o povo tem fomeDignidade, justiça socialO povo tem sede, o povo tem fomeDe honestidade no congresso nacionalNa vida irmão, as coisas são assimO que é fácil pra vocêPode não ser pra mimFecho os olhos pra não ver(...)
Eu quero menos violência, menos ignorância
Mais respeito, consciência e tolerânciaNem arma preta, nem brancaNem choro,nem velaDignidade, compadreNo asfalto e na favelaPra viver tranquiloJá tem soluçãoDignidade na cabeça, paz e amor no coraçãoA repeito da paz, aceite sua objetivafique frio,não esquenta, leve na esportivaRespire bem fundo, se alguém te provocarE haja consciente, com a cabeça no lugarPra viver tranquiloJá tem soluçãoDignidade na cabeça, paz e amor no coração
Violência gera violênciaE é por isso que eu apostoQue viver em paz nesse mundo é bomÉ preciso e eu gostoPra viver tranquiloJá tem soluçãoDignidade na cabeça, paz e amor no coração
domingo, 7 de abril de 2013
TEMPO E ESPAÇO
TEMPO
Mais do que escrever uma história, mostrar cenários, criar personagens, o seu objetivo consistiria na criação de um tempo e da sua fixação, dentro das coordenadas de um livro.
Histórico (cronológico): Chamado também de linear, diacrônico, segue a organização do dia a dia. Tem o ritmo do calendário ou do relógio e pode, muitas vezes, ser apontado por situações adverbiais: à noite, naquela manhã, no outono de 1997. Outros índices temporais podem ser levados em consideração: durante a adolescência, por um instante.
Psicológico (interior ou pessoal): Decorre "dentro" das criaturas. E sempre imaterial, não mensurável, particular. A única maneira de medi-lo é através das associações com a duração dos sentimentos.
Não é o tempo dos meses, relógios, calendários. É o tempo o ser. E o tempo psicológico, interior.
Um exemplo: sentado(a) na carteira do c vestibular, com a aflição das inúmeras questões pela frente, seu relógio voa quatro horas são céleres demais.
ESPAÇO
O espaço é vital para a construção de boas histórias. Menos que um pano de fundo, é indicador de características humanas.
Tipologia de Espaços Físicos: São espaços "verdadeiros", ambientes criados pelo narrador para contextualizar suas personagens; é o cenário.
Psicológicos: Muitas vezes, o espaço é meramente interior e reflete estados psicológicos. A especialidade tem acento nitidamente psíquico e aponta os estados de alma das personagens.
Ação: Podemos definir
ação como uma sequência de acontecimentos na narração.
quinta-feira, 28 de março de 2013
TIPOS DE PERSONAGENS
1. Planas (lineares)
Constituídas de uma única ideia ou qualidade. A personalidade delas é pobre, repetitiva; são previsíveis quanto ao seu comportamento. Jamais nos surpreenderão durante ou ao final da narrativa. Podem ser subdivididas em:
a) Tipos
São personagens típicas, de contornos e características peculiares e, exatamente por isso, eternizam-se: quem se esqueceria de Sancho Pança, em D. Quixote?
b) Caricaturas
São personagens que têm distorções propositais, a fim de destacar o cômico, o ridículo.
2. Redondas
São complexas, bem acabadas interiormente. São também chamadas de multiformes, e nos surpreenderão porque evoluem na narrativa. Podem ser subdivididas em:
a) Caracteres
São personagens cuja complexidade se acentua, gerando conflitos insolúveis.
b) Símbolos
São personagens que parecem ultrapassar a barreira do mero humano, transcendem. Ostentam profundidade psicológica e multiplicidade de ações.
Quanto à atuação no enredo:
Principais e secundárias
A referência serve para designar que às principais cabe sustentar, como eixo, todos os fatos inerentes à narrativa. Às secundárias cabe dar suporte à continuidade da história, intermediando as ações e girando ao redor das principais como seres complementares.
a) Protagonistas
As que encabeçam as ações, sustentam o eixo narrativo. O mesmo que principais.
b) Antagonistas
Designação atual para o antigo vilão. Cabe a elas impedir, dificultar, atormentar a "vida" das personagens protagonistas. Como observação, seria bom lembrar que as antagonistas não precisam ser propriamente pessoas; às vezes, são representadas por sentimentos, grupos sociais, peculiaridades de ordem física, psicológica ou social dos indivíduos e até podem representar instituições.
c) Coadjuvantes
O mesmo que secundárias. Co-auxiliam no desenvolvimento da história.
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